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Já há muito tempo, o grande vilão de parte dos relacionamentos é a traição – ou o medo desta. A partir da invenção das novas tecnologias e consequentemente o aumento das oportunidades de encontrar pessoas que compartilhem os mesmos desejos e fantasias sexuais, conhecer indivíduos por meio da internet tem sido algo comum e ‘desafiador’.

Se antes um homem podia se masturbar vendo revistas ou filmes eróticos, agora este poderá fazer o mesmo com a nova porta que se abriu: a internet. E ainda de duas maneiras distintas, acessando sites pornográficos ou até mesmo vendo uma mulher pelo computador – pela câmera de web – webcam –, que pode realizar os seus desejos virtualmente.

E-mails e conversas em salas de bate papo podem conter conteúdos extremamente eróticos. O vício na ‘prática’ se torna comum e facilmente, o parceiro estará curioso para descobrir o que o outro faz durante tanto tempo na internet. A partir disso, um deste quando desconfiado, pode passar a vasculhar e-mails e verificar sites que foram visitados, tudo pelo medo da traição.

É aqui que entra a questão do trair. Geralmente, homens e mulheres têm um conceito diferenciado do que seja a traição. Para alguns, o envolvimento afetivo é o mais importante, enquanto para outros só o contato físico é a traição real.

Inclusive, são muito comuns os homens que dão suas ‘pequenas escapadas’ e acreditam que as mulheres devem compreender tal fato, já que o contato com o outro indivíduo se resume ao físico e não envolve o afetivo. Porém, são os mesmos que jamais perdoariam uma mulher que fizesse o mesmo.

Independente do sexo e do pensamento de cada um é desconfortável saber que não é o único na vida do companheiro, já que mesmo que de caráter virtual, o contato pode se tornar muito íntimo e pessoal.

Uma forma de lidar com essas complexas questões é a sinceridade. Uma conversa franca com o próprio companheiro, expondo as fantasias, desejos e ponto de vista de ambos, pode servir até mesmo como um estímulo para que se amplie a experimentação da sexualidade. Ademais, com o “partilhar” das necessidades do outro – considerando a vontade própria e os limites individuais -, esse é um meio que possibilita um enriquecimento da vida sexual do casal.

Para comprovar uma mudança significativa no comportamento sexual dos indivíduos, podemos citar o fato de que as redes sociais já se tornaram palavra chave quando o assunto é um encontro casual. Sucesso absoluto nos Estados Unidos, Europa e Japão, existem mídias sociais exclusivamente dedicadas a encontros sexuais sem a necessidade de compromisso – reais ou pela webcam -, que já contam com a participação de mais de 200 milhões de usuários.

Logo, podemos concluir que a internet e seus recursos possibilitaram uma melhor interação entre as pessoas, e como extensão disso vem o sexo. Salas de bate-papo, programas de mensagens instantâneas, chat com vídeo e mensagens de texto aproximaram as pessoas que buscavam aprimorar laços antes do sexo. Assim sendo, as pessoas podem procurar aquilo que desejam de forma mais simples com a disseminação da internet, porém, não esqueçamos que vivemos atualmente num mundo virtual, mas os nossos sentimentos continuam sendo reais.

Fontes: Portal da Sexualidade

 Uol

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