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Há uma grande diferença entre o sexo real e o sexo midiático. Hoje, espera-se que todo mundo se interesse por sexo e saiba praticá-lo bem. Caso uma pessoa não se enquadre nessa descrição, a tendência é achar que há algo errado.

Porém, a supervalorização da sexualidade se dá apenas em nível de discurso, pois na prática não é bem assim. A maioria das pessoas reclama da falta de tempo, mas priorizam muito mais o trabalho do que a atividade sexual.

Os novos papeis sexuais causam confusão entre homens e mulheres. As mulheres veem-se divididas entre estratégias de conquista tradicionais e a ideia de serem sexualmente ativas sem ficarem “mal-faladas”. Os homens afirmam que desejam mulheres mais ativas sexualmente, mas quando essa expectativa se realiza, não sabem como agir. Ficam muito confusos quando elas tomam iniciativa.

Somos inundados por imagens sexuais o tempo todo. Nelas, as mulheres jamais dizem não, estão sempre disponíveis e interessadas em sexo. Nesse contexto, os homens são dotados de corpos atléticos e ereção infalível.

O fato é que não estamos programados biologicamente para mantermos longos períodos de excitação. Porém, perder a intensidade amorosa é decepcionante. Amor exige paciência e que o amante conheça seu amado como pessoa e amigo. Para conseguir que uma pessoa real nos ame de verdade, é preciso se comportar de uma forma que estimule e mantenha o interesse amoroso e sexual.

Muitos relacionamentos terminam porque os casais não conseguem fazer a passagem do estado de maior intensidade para o de menor. Então, separam-se ou buscam relações extraconjugais porque anseiam experimentar novamente a excitação psicobiológica da paixão.

Frustrações sexuais ocultas acabam, muitas vezes, manifestam-se em forma de irritação, de crítica e de desvalorização. As dificuldades sexuais geralmente não são atacadas e a resposta mais fácil é a separação.

A satisfação sexual pode ser entendida como uma maneira na qual os indivíduos alcancem prazer praticando sexo da maneira que gostam, sem prejudicar a eles mesmos, aos parceiros e a terceiros. Saiba mais: http://www.claudiagraichen.com.br/satisfacao-sexual/

Cansaço, estresse e perda de libido são sintomas comuns em casais que perdem o interesse sexual. Períodos pós-nascimento de filhos podem levar a uma diminuição do ato sexual. Para que os laços de intimidade sejam refeitos é importante evitar brigas. Conversar e ser grato pelo amor que sentem, mesmo que o desejo tenha diminuído temporariamente, é um caminho.

Outro aspecto importante da vida sexual é a rejeição. Quando um dos parceiros é rejeitado, tende a considerar que não é mais sexualmente atraente para o outro. Por isso, mesmo quando exausto, é importante encontrar outras formas de intimidade que demonstrem seu amor e atração.  Ás vezes, é necessário um período de terapia para dissipar a dor da infidelidade e da rejeição.

Fontes consultadas:

Você só precisa de amor – E outras mentiras sobre o casamento. Por John W. Jacobs

Guia do sexo: Dicas e Concelhos Práticos. Por TIPO EDITORA

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