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O Dia Mundial de Luta Contra a Aids é celebrado no dia 1º de dezembro por decisão da Assembleia da Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, a data é adotada desde 1988 por uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde. A proposta é reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids, bem como informar a população sobre a necessidade de prevenção da doença.

A cada ano, a OMS elege a população/grupo social que registra o maior crescimento da incidência de casos da doença e define uma campanha com ações de impacto e sensibilização sobre a questão.

O laço vermelho simboliza solidariedade e comprometimento na luta contra a Aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova Iorque (EUA), que queriam homenagear aidéticos conhecidos.

A Aids, ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, é uma doença infecto-contagiosa causada pelo vírus HIV (Human Immunodeficiency Virus), que leva à perda progressiva da imunidade. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS.

Os soropositivos, portadores do vírus HIV, podem viver anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença, no entanto, podem transmitir o vírus por meio de relações sexuais desprotegidas, compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação.
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A infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco. Basta fazer um dos exames existentes para diagnosticar a doença realizados a partir da coleta de sangue. Os testes são rápidos, seguros, gratuitos e sigilosos. Quem tem o vírus e descobre a tempo de se cuidar vive com mais qualidade e pode proteger as pessoas com quem se relaciona.

Os pacientes que recebem o resultado positivo devem fazer acompanhamento médico. O acompanhamento médico da infecção pelo HIV é essencial, tanto para quem não apresenta sintomas, quanto para quem mostra sinais da doença e faz tratamento com os medicamentos antirretrovirais, fase que os médicos classificam como AIDS.

O diagnóstico do HIV deixou de ser uma sentença de morte e para ser entendido como doença crônica que ainda não tem cura, mas que pode ser controlada.

A pessoa com Aids deve levar uma vida normal, sem abandonar a sua vida afetiva e social, porém é essencial que o sexo seja feito sempre com camisinha. A maneira de lidar com a sexualidade após o resultado positivo depende da qualidade do apoio recebido pelos portadores.

Segundo estimativas do Ministério da Saúde, o número de pessoas infectadas pelo HIV no Brasil é de aproximadamente 530 mil, sendo que 25% não sabem que estão infectadas e aproximadamente 30% dos pacientes chegam ao serviço de saúde tardiamente. A cada ano, são diagnosticados entre 33 e 35 mil novos casos.

No momento, existem, em média, 200 mil pessoas em tratamento. Conheça a Declaração dos Direitos Fundamentais da Pessoa Portadora do Vírus da Aids e tire suas dúvidas em: www.aids.gov.br/aids

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